Documento na mão, dinheiro no bolso...viagem à vista!


Ao longo dos primeiros meses de 2016, comecei os preparos para mochilar. Assim, fiz um check-list que incluíam prazos para solucionar os seguintes itens: DOCUMENTAÇÃO, DINHEIRO, ROTEIRO E EQUIPAMENTOS.

DOCUMENTAÇÃO:

Como a viagem era para América do Sul, não teria grandes problemas com documentação. Para viajar pelos países vizinhos do Brasil é necessário apenas o RG. Porém, o meu documento já era antigo, com pouco mais de 10 anos. Com o intuito de evitar possíveis dores de cabeça, fiz um novo RG. Tranquilo, agendamento no Poupatempo em poucos dias já estava com o documento na mãos já poderia viajar para os países vizinhos.

Mesmo assim, aproveitei para tirar um NOVO PASSPORTE, para ter um segundo documento válido, em caso de perda do primeiro e também porque admita é legal colecionar carimbos dos países. Se você não sabe como é o processo de tirar passaporte, ou sobre documentação tem outro post com informações relevantes sobre o assunto.

Fui atrás do meu passaporte cerca de 4 meses antes da viagem. Uma DICA importante fique atento aos prazos e não deixe a parte de documentação para última hora. Principalmente, porque a emissão de passaportes no Brasil, nos últimos tempos, tem tido vários problemas. Atrasos tem sido constantes. Então, já vai tirar o passaporte já!


VACINAS

Para a América do Sul não tem uma exigência dos países com relação ao Certificado Internacional de Vacinação. Porém, em alguns países como Equador, Peru, Bolívia existe uma recomendação para a vacina especificamente de Febre Amarela. Pergunte para alguns amigos se eles levaram algo, a maioria afirmou que não. Porém, resolvi tirar o certificado. Isso foi um pouco complicado. Para emissão do certificado é necessário ir a algum Centro de Orientação para a Saúde do Viajante da ANVISA.


Para isso tive que viajar até outra cidade. Além disso, tive alguns problemas para emissão do certificado, pois na minha carteirinha de vacinação faltavam algumas informações sobre a vacina: como a identificação do posto de vacina, número de registro da enfermeira. Então, depois de muitas ligações e ida ao posto da minha cidade consegui as informações e pude retirar o CERTIFICADO. Já posso adiantar que realmente não foi solicitado em nenhum momento.

DINHEIRO, CÂMBIO E SEGURO VIAGEM

Dentro dos planos inicias do Mochilão iria passar por 7 países, além de alguns lugares no Brasil. Logo, seriam 8 moedas diferentes contando com o real. Então, fiz um cartão de débito pré-pago internacional. No qual poderia fazer saques ou pagamentos diretamente no cartão e serviria para todos os países. Além disso, não precisaria carregar uma quantia grande de dinheiro em espécie.

Troquei um pouco em dólar e levei também uma quantia também em reais. Mas, a maioria das vezes durante a viagem fiz o câmbio do dólar mesmo e o real utilizei nas partes do Brasil. Pelos cálculos que fiz nos próprios países compensava mais fazer a conversão mesmo do dólar para a moeda local. Em alguns lugares inclusive era aceito diretamente o dólar, e as vezes até compensava pagar direto na moeda americana. Aliás, câmbio é algo que é necessário ficar muito esperto. Mais para frente falo mais sobre o assunto.

Além de levar real e dólar, levei um pouco de pesos argentinos, chilenos, soles (moeda Peru) e pesos colombianos. DICA: Sempre leve uma quantia pequena da moedas local, pois os câmbios em aeroportos, rodoviárias e Cia, normalmente não são vantajosos. Sem contar que você sempre precisa pagar uma água, para usar o banheiro, ou uma condução para sua acomodação e precisará de alguns trocados na moeda local, assim que chegar no país de destino. Se você já tiver um pouco, você consegue sair do terminal e depois fazer cotações em casas de câmbio pela cidade e trocar num lugar mais vantajoso.

Outra coisa que algumas pessoas não fazem, mas que é importante é o SEGURO VIAGEM. Vale a pena fazer, pois nunca sabemos o que irá passar durante nossa estadia em outro país. O Seguro além de cobrir despesas de atendimento médico, também inclui assistência jurídica, ressarcimento por perda de bagagem ou documentos e cancelamento de viagem. Além disto, existe um leque grande opções com maior ou menor cobertura e benefícios para todos os bolsos. Optei pela opção mais básica que já estava dentro daquilo que precisava.

Se você vai viajar vale a pena fazer uma pesquisa prévia online, uma cotação de preços para algo que seja compatível com seu bolso e sua necessidade na viagem.

ROTEIRO:

O roteiro já estava pronto, inclusive falei no post anterior. Porém, fui buscar mais informações de pontos turísticos de cada lugar, dicas do que fazer e não fazer em cada cidade e países. Além disso, fiz uma tabela de quantos dias permaneceria em cada cidade e quais dias viajaria. Sem contar pesquisas de preço de lugares de hospedagem, horários e empresas de ônibus de cada trecho.

É bom pesquisar e ler blogs, dicas para você ganhar tempo, economizar dinheiro e aproveitar ao máximo o lugar. Escutar os outros que já passaram pelo lugar é muito válido. PORÉM, cada um ao falar de sua viagem basea-se na experiência pessoal, não é porque alguém diz que foi assaltado em determinado lugar que a cidade é insegura. Ou, porque passou mal com altitude que irá acontecer com você. Mas, saber das coisas que podem acontecer irão te ajudar e muito a te prevenir de enrascadas e perrengues.

EQUIPAMENTOS

Os equipamentos foram vistos todos faltando pouco tempo para o mochilão. Na verdade a maioria que estava no check-list era só para não esquecer. Aquisições foram poucas: o primeiro foi o mochilão. Após uma cotação em alguns sites e lojas da cidade, escolhi o meu mochilão que seria companheiro durante a aventura sulamericana. Escolhi um mochilão de 70L. É os mochilões são por Litros e não KG. Ele cabe cerca de 15kgs. Outra aquisição foi uma doleira, que são aqueles bolsos como pochete usadas debaixo na parte interna da roupa para “camuflar” o dinheiro e documentos. Além disso, um item muito importante do check-list - ganhei de presente da namorada um DIÁRIO DE VIAGEM!

O resto foi mesmo só deixar separado que eram: ADAPTADOR de tomada, muito importante. Máquinas fotográficas, carregadores e celulares. Além de uma outra mochila menor para utilizar em algum tour, ou passeio e levar algumas coisas como comida, água, uma troca de roupa, camera, etc.


Com dinheiro no bolso, documentos nas mãos, roteiro esquematizado e equipamentos todos alinhados agora só falta arrumar as malas e pé na estrada. É ISSO QUE VAI ACONTECER NO PRÓXIMO POST! VEM COMIGO PARA CURTIR ESSA AVENTURA E BORA ABRIR ESSA CABEÇA!

#mochilão

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